“A História Da Alma Que Usava Chapéu Preto”

Introdução e considerações sobre o estado de estar perfeito

[Aqui falta uma imagem]

“A História Da Alma Que Usava Chapéu Preto” é um projecto recente intitulado há dezenas de anos. Poderá vir a ser concretizado de modo inimaginado, na altura e agora, e dele farão parte um conjunto de publicações reunidas neste blog ao longo de 2018.

São uma sequência de fragmentos e não há muito mais a dizer … a não ser que tenciono ilustrá-los com imagens e quadros que fui e vou fazendo.

Coimbra, por volta de 1990

Calculo que um estado perfeito seja aquele que não se recorda nunca e mesmo que imaginável, não seria passível de vir a ser reproduzido intencionalmente por exigir uma identificação total entre tudo e nada ao mesmo tempo numa fusão ideal.

[Definição de estado perfeito] Atingir o âmago, aquilo, o auge. Que não existe, mas que é possível. E exclusivo.

Como exprimir-me melhor? Onde não há tempo, nem espaço. Apenas um fluir sensacional.

[Prosseguindo … ]

Mais tarde o tudo é descrito como o nada, que a memória não atinge e que se atingisse, reproduzia. E assim voltava-se lá e então as pessoas morreriam sentadas, em pé , do modo que estivessem, …

Não sei o que estava a ler.


Legenda

Entre parêntesis rectos, inserções actuais.

Published by

MargaridaAz

Sempre em construção.

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